Páscoa, Pães Asmos, Primícias, Pentecostes, Trombetas, Dia da Expiação, Tabernáculos

PÁSCOA

1 – Páscoa Lev. 23:4 e 5: Festa instituída quando o povo de Israel foi libertado da escravidão do Egito Ex. 12.

Um cordeiro era morto no dia quatorze do primeiro mês (Abibe) do calendário hebraico.
Cumpriu-se de forma precisa numa sexta-feira ao pôr-do-sol.

(Simbolizando a morte de Jesus Cristo, quando Cristo foi morto como um cordeiro (I Cor. 5:7; I Ped. 1:18 e 19)).

Pães Asmos

2 – Pães Asmos (Lev. 23:6 a 8):

No dia seguinte à Páscoa (15 de Abibe) iniciava a festa dos Pães Asmos (Lucas-22-1.)

Começava um período de sete dias onde o povo deveria comer pão sem fermento e oferecer oferta queimada ao Senhor. (sacrifícios pelo fogo).

No verso sete o texto diz que no primeiro dia, ou seja, o dia seguinte a Páscoa, o povo não poderia trabalhar.

(Lembrando que a Páscoa durava somente um dia e o Povo de Israel contavam (Tarde e Manhã tendo como ponto de referencia seis horas e 18 horas ao contrario dos dias atuais que temos como referencia as 12 e as 24 “meio dia e meia noite”

Então na sesta hora era meio dia anoitecia e amanhecia “

E se fez tarde e manhã de um dia”

Vendo assim Jesus Comeu a Páscoa com seus discípulos na quinta Feira dia 13 do primeiro mês (Abibe) no período da tarde.

Ao Meio dia do dia 14 a sesta hora já estaria crucificado)
Essa festa se cumpriu a partir do dia seguinte à morte de Cristo, quando em Lucas 23:54 a 56 diz que as mulheres na sexta-feira de Páscoa fizeram os preparos para embalsamar o corpo de Jesus (O que não iria acontecer Ele iria Ressuscitar) e então no Sábado (15 de Abibe dia seguinte que já era o inicio da festa de Pães Asmos (ázimo) sem fermento) Deviam descansar.

Começa então o período de consagração daqueles que eram povo de Deus, na esperança da ressurreição de Cristo, que morreu sem pecado, tipificado pelo pão sem fermento (Fermento representa o pecado, leia Mat. 16:6).

Primícias

3- Primícias (Lev. 23:9 a 14): Acontecia no dia imediato à festa dos pães asmos (16 de Abibe) e festejava o início da colheita. (Domingo)

(entende-se que as festas iniciavam-se com a Páscoa em seguida os Pães asmos, Lembrando que a Páscoa durava somente um dia (Sábado) em seguida (Domingo) as Primícias, mas ainda tinha seis dias de festa dos pães asmos) após sete dias terminando no Sábado,

Sendo que na sexta oferecia-se oferta queimada ao senhor e no sábado descansava (Santa Convocação)

Isto ate saírem do deserto, após o deserto iniciava-se no domingo um holocausto Lev. 23-12,13 e 14 e contavam sete semanas inteiras (49 dias) que terminava em um sábado.

Soma-se mais um dia de páscoa Ao total 50 Dias.

Cumpre-se o pentecostes.

Sem entrarmos em detalhes sobre suas contagem, que divergia entre os Fariseus e Saduceus.
Vamos esboçar seu significado profético no plano de redenção.

Jesus morreu literalmente no dia 14 do primeiro mês (Páscoa) e ressuscitou no dia 16, “como primícias dos que dormem” (I Cor. 15:20).

Assim como o povo dedicava ao Senhor os primeiros frutos da colheita, Jesus dedica ao Pai os primeiros frutos da salvação, quando na Sua morte muitos ressuscitaram (Mat. 27:51 a 53)

E depois foram levados ao Céu com Ele.

Pentecostes

4- Pentecostes ou Festa das Semanas (Lev. 23:15 a 22): Parece haver uma ligação desta festa com as anteriores, como sendo uma continuação (v. 15 e 16).

O pentecostes fazia parte das Sete semanas.

Essa festa comemorava o fim da colheita, uma espécie de segunda festa das primícias.

Onde iríamos oferecer o que a de melhor em nós o nosso coração e nosso ser para ser o Templo do Espírito santo de Deus.

Nas primícias eles comemoravam o inicio da colheita, no Pentecostes comemoravam o fim da colheita.

(Sendo que Após os seis primeiros dias de festa das primícias terminava a dos pães asmos e as primícias seguiam ate o pentecostes.).

Pentecostes aparenta ter um dia de duração como a páscoa sendo que a páscoa iniciava-se de quinta pra sexta, e esta de sexta pra sábado, durando um sábado.
O Pentecostes cumpriu-se cronologicamente em tempo exato (Atos 2:1). No Domingo.

E após o termino do pentecostes com a descida do Espírito Santo, sendo a terceira hora do dia

(Nove horas da manhã a partir do Nascer do sol) (horário da oração matinal onde eles não comiam nem bebiam ate o seu termino).

Os seguidores de Deus agora de Cristo entregaram “quase três mil pessoas”

Que se tornarão cristão (Atos 2:41) como frutos da grande colheita desde a morte e ressurreição de Jesus.

Depois da Festa do Pentecostes havia um intervalo até a
próxima festa.
Assim acontece na história, temos um grande intervalo desde o Pentecostes até a retomado dos cumprimentos proféticos prefigurados pelas festas.

Inicia-se agora a promessa da Ascensão, o retorno de Jesus e o Grande Dia.

Trombetas

5 – Trombetas (Lev. 23:24 e 25):

No primeiro dia do sétimo mês era tocada a trombeta para anunciar o primeiro dia do ano civil, ou ano novo.

A trombeta também alertava ao povo da proximidade do Dia da Expiação, que era dia de juízo onde se exigia preparação e solenidade.

A Festa das Trombetas era um dia de descanso e consagração, representado pelas ofertas queimadas oferecidas a Deus neste dia.
Seu cumprimento profético se deu, na Crucificação pelo sangue e ressurreição pelo rasgar do véu a ser anunciado pela pregação do Evangelho que se deu inicio após se cumprir o Pentecostes onde almas ouviram a primeira mensagem de salvação anunciada pelos primeiros cristão.

 

Dia da Expiação

6 – Dia da Expiação (Lev. 23:26 a 32): Acontecia no décimo dia do sétimo mês.

O Santuário era purificado das transgressões daqueles que um dia sacrificaram um cordeiro e Tinham seus pecados transferidos simbolicamente, Através do sangue do animal que era aspergido no Tabernáculo.
Segundo a profecia de Daniel 8:14

E o início desse grande dia, quando Jesus passou literalmente para o Lugar Santíssimo do Santuário celestial.

Para julgar aqueles que aceitariam o sacrifício de Cristo na cruz como cordeiro de Deus. (Heb. 9:23 a 28).

E os Libertar do Pecado desta vez um livramento real e não simbolico.

Tabernáculos

7 – Tabernáculos (Lev. 23:33 a 44):

Era uma festa anual sendo de sete dias por ano.

No décimo quinto dia acontecia a última festa do ano religioso, a Festa dos Tabernáculos.

Os israelitas, em memória ao tempo em que eram errantes no deserto e viviam em tendas, deviam voltar a morar em barracas (Tendas) durante sete dias.

Ao contrário da contrição da festa anterior, havia muito júbilo e alegria nesta ocasião.

O juízo havia passado e o perdão dos pecados estava garantido.
Era uma festa de colheita também (uvas e azeitonas Levi 23-40),

E havia um espírito de gratidão por tudo que o Senhor havia feito durante o ano.
Seu cumprimento está no futuro, depois do término do Dia da Expiação, na ocasião da volta de Cristo.

Ele virá para fazer a colheita final (Apoc. 14:14 a 16)

E seremos levados ao Céu com Ele.

Conclusão
As sete festas de Israel contam de forma universal e cronológica, a história da salvação desde a morte de Cristo na cruz, como cordeiro pascoal, até Sua segunda vinda de forma Gloriosa.
Apesar de não celebrarmos hoje essas comemorações como Israel no Antigo Testamento, podemos estudá-las e aprender muitas lições de vida cristã.

Sobretudo, não devemos nos esquecer que estamos vivendo no contexto do Dia da Expiação e Cristo está hoje no Santo dos Santos fazendo o juízo investigativo antes de retornar a essa Terra.
É hora de reflexão, contrição (Espécie de arrependimento pelas próprias culpas ou pecados, motivado pela caridade sobrenatural ou amor de Deus:) e expectativa do glorioso dia que nos aguarda.

Das sete Festas do antigo testamento, atualmente comemora-se a Páscoa e conseqüente mente introduz a Santa Ceia do Senhor.

A qual Jesus Cristo deu inicio, sendo uma extensão da páscoa.

OBS: (Jesus comemorou a páscoa com os discípulos anualmente por três anos mas em todas refeições parecia iniciar uma ceia dando Graças)

Nas maiorias das denominações a Páscoa e anual.

Mas a Santa Ceia se repete varias vez no ano.(Mensal).
Como Fica a história da salvação contada pelas sete festas

As primeiras quatro festas estão relacionadas com a primeira vinda de Cristo, e as três últimas com a segunda vinda de Cristo.

Páscoa

(Simbolizando a morte de Jesus Cristo, quando Cristo foi morto como um cordeiro (I Cor. 5:7; I Ped. 1:18 e 19)).

Pães Asmos

Começa então o período de consagração daqueles que eram povo de Deus, na esperança da ressurreição de Cristo, que morreu sem pecado, tipificado pelo pão sem fermento (Fermento representa o pecado, leia Mat. 16:6).

Primícias

Jesus morreu literalmente no dia 14 do primeiro mês (Páscoa) e ressuscitou no dia 16, “como primícias dos que dormem” (I Cor. 15:20).

Assim como o povo dedicava ao Senhor os primeiros frutos da colheita, Jesus dedica ao Pai os primeiros frutos da salvação, quando na Sua morte muitos ressuscitaram (Mat. 27:51 a 53) e depois foram levados ao Céu com Ele.

Pentecostes

Essa festa comemorava o fim da colheita, uma espécie de segunda festa das primícias.

Onde iríamos oferecer o que a de melhor em nós o nosso coração e nosso ser para ser o Templo do Espírito santo de Deus

E após o termino do pentecostes com a descida do Espírito Santo, os seguidores de Deus agora de Cristo entregaram “quase três mil pessoas”.

Que se tornarão cristão (Atos 2:41) como frutos da grande colheita desde a morte e ressurreição de Jesus.

Trombetas

A trombeta também alertava ao povo da proximidade do Dia da Expiação, que era dia de juízo onde se exigia preparação e solenidade.

Seu cumprimento profético se deu, na Crucificação pelo sangue e ressurreição pelo rasgar do véu a ser anunciado pela pregação do Evangelho que se deu inicio após se cumprir o Pentecostes onde almas ouviram a primeira mensagem de salvação anunciada pelos primeiros cristão.

E é valido ate os dias atuais.

Expiação

Jesus passou literalmente para o Lugar Santíssimo do Santuário celestial.

Para julgar aqueles que aceitariam o sacrifício de Cristo na cruz como cordeiro de Deus. (Heb. 9:23 a 28).

E é valido ate os dias atuais.

Tabernáculos

Seu cumprimento está no futuro, depois do término do Dia da Expiação, na ocasião da volta de Cristo.

Ele virá para fazer a colheita final (Apoc. 14:14 a 16)

E seremos levados ao Céu com Ele.

“Que Deus abra o entendimento para aqueles que ler ou ouvir, entenda e entendendo alcance salvação”

 

 

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