Cidadãos Celestiais

Em Cristo somos Cidadãos Celestiais:

Portanto, vocês já não são estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos…

O apóstolo Paulo refere-se à cidadania celestial que alcançamos através de Jesus.

Fp 3:20 – A nossa cidadania, porém, está nos céus, de onde esperamos ansiosamente o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o Verbo Vivo.

Em Cristo somos da Família de Deus:

Em Cristo somos morada do Espírito Santo:

 

Como cidadão Celestial, como viver esta vida?

Viver como Peregrinos nessa terra.

“Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria” – Hebreus 11:13-14.

 

Peregrinar significa viajar, andar longamente por lugares vários e distantes.

Devemos encarar esta vida como peregrinos, somos forasteiros e estrangeiros nessa terra.

O estrangeiro não está na terra natal, não nasceu naquele país, não pensa ficar na terra onde se peregrina.

Nessa terra estranha apenas trabalha, descansa e se faz as refeições, hospeda, pernoita e ao levantar prossegue a viagem para seu lar, para a sua Pátria.

Vivemos aqui o tanto que o Senhor quiser, comendo, bebendo, plantando, trabalhando, construindo um lar e tudo mais o que o Senhor nos der, mas como peregrinos conscientes de que temos de deixar tudo isso para trás e seguir viagem.

Deixando essa terra estranha, a hospedaria ruim e insegura e rumando para a pátria verdadeira, onde há certeza de paz, descanso e gozo eterno.

 

O perfil do cidadão celestial: conduta pessoal e social

 

“A nossa cidadania, porém, está nos céus”.

O termo cidadania em Filipenses 3.20 significa politeuma (grego), isto é, cidade; direitos civis; estado; sociedade ou governo.

Conforme Fp. 1.27 “… portai-vos dignamente conforme o evangelho de Cisto…”, isto é, politeuo que é exercer cidadania; comportar-se como um cidadão.

 

É importante pensar que cada cristão deve viver segundo o que já aprendeu e experimentou do Espirito santo de Deus.

Em um mundo onde a fome por informação parece insaciável, essa exortação de Paulo (Fp. 3.16) é um alerta para que os crentes procurem fazer mais o que já sabem ser a vontade de Deus do que se entregarem a uma busca insana por descobrir a vontade de Deus para cada detalhe, presente e futuro, de suas vidas.

Quando o apóstolo Paulo diz em Fp. 3.17, que os irmãos deviam ser seus imitadores esse é um princípio do discipulado cristão, em que Cristo é o nosso mentor e exemplo maior, seguido por Paulo, os apóstolos e todos cuja vida espelhe a ação livre e saudável do Espírito Santo.

O estilo de vida seguido pelos cristãos deve ser um exemplo que valha a pena ser seguido pelo mundo.

Esse é o mais eficaz método de evangelização em massa de todos os tempos.

Na época de Paulo, por ocasião quando escreve a carta aos irmãos em Filipos já haviam os chamados “cristãos nominais”, pessoas que se dizem cristãs, mas suas práticas diárias demonstram nitidamente o contrário.

Paulo se refere a dois tipos bem definidos:
Os judaizantes (legalistas desprovidos de amor cristão, mais apegado às leis do que ao Deus das leis);

Os antinomistas (outro extremo; libertinos, para os quais tudo é permitido).

Paulo ressalta que os cristãos já não são cidadãos deste mundo:

tornaram-se estranhos e peregrinos na terra (Rm. 8.22-24; Gl. 4.26; Hb. 11.13; 12.22,23; 13.14; I Pd. 1.17; 2.11).

No que diz respeito ao nosso comportamento, valores e orientação da vida, o céu é agora a nossa cidade.

Nascemos de novo (Jo. 3.3), nossos nomes estão registrados nos livros do céu (Fp. 4.3), nossa vida está orientada por padrões celestiais, e nossos direitos e herança estão reservados no céu.

É para o céu que nossas orações sobem (II Cr. 6.21; 30.27) e para onde nossa esperança está voltada.

Muitos dos nossos amigos e familiares já estão lá, e nós também estaremos ali dentro em breve. Jesus também está ali, preparando-nos um lugar.

Ele prometeu voltar e nos levar para junto dEle (Jo. 14.2,3; 3.3; 14.1-4; Rm. 8.17; Ef. 2.6; Cl. 3.1-3; Hb. 6.19,20; 12.22-24; I Pe. 1.4,5; Ap. 7.9-17).

Por estas razões devemos desejar profundamente uma cidade melhor, ou seja:

A cidade celestial.

Por isso, Deus não se envergonha de ser chamado nosso Deus, e Ele já nos preparou uma cidade eterna (Hb. 11.16).

Portanto como cidadãos dos céus, representantes e embaixadores nessa Terra é necessário que saibamos como viver em meio a uma sociedade contaminada pelo pecado, onde os valores terrenos se confundem com os celestiais.

Muitos já sabem quais são seus direitos civis ou humanos, como um cidadão terreno, isto é, os direitos básicos de todos os seres humanos:
Direitos civis e políticos (exemplos: direitos à vida, à propriedade, a liberdade de pensamento, de expressão, de crença, igualdade formal, ou seja, de todos perante a lei, direitos à nacionalidade, de participar do governo do seu Estado, podendo votar e ser votado, entre outros, fundamentados no valor liberdade).
Direitos econômicos, sociais e culturais (exemplos: direitos ao trabalho, educação, saúde, previdência social, moradia, distribuição de renda, entre outros, fundamentados no valor igualdade de oportunidades).
Direitos difusos e coletivos (exemplos: direito à paz, direito ao progresso, autodeterminação dos povos, direito ambiental, direitos do consumidor, inclusão digital, entre outros, fundamentados no valor fraternidade).
A Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas afirma que:

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”.
Desta forma é compreensível que o cidadão celestial também tenha seus direitos e deveres, e como um cidadão do céu é um indivíduo que tem direitos civis e políticos de um Estado.

Baseado em Sl. 15, veremos algumas características que um cidadão celestial;

Muito bem antes de continuar vamos meditar:

Logo apos Eva e Adão comerem do fruto da ciência do bem e do mal, passaram a ser conhecedores de ambos,

isso nós foi dado por enrança genetia e espiritual, tanto eu como você somos conhecedores do que e bom e do que e mau,

Não se engane, niquem e inocente, não poderás dizer eu não sabia! Sabe, era Sabido sim, já nasceu com este discernimento, não desvio-se do mal por decisão propiá.

Vamos as características que um cidadão celestial deve ter:

 

* “Ser íntegro”, isto é, inteiro, ou seja, não ter faltas ou não ser faltante.

No hebraico a palavra “integridade” é tamim, significa indivíduo íntegro, sem cera ou verniz.

Exprime só o que sente e pensa que não falta às promessas que faz, pois é fiel; franco; delicado, é aquele que diz o que faz e faz o que diz. Tg 2.12.

“ANDE DIREITO”.
* “Ser justo” tanto tem a ver com praticar a justiça como ter sido justificado, ou seja, remido pelo sangue do Cordeiro.

A nossa justiça deve exceder a dos escribas e fariseus (Mt 5:20).

Ser justo é

“FAZER O QUE È CERTO”.

 

* “Ser verdadeiro” Atualmente, a maioria das pessoas quer levar vantagem em tudo.

Dizer a verdade quando isso lhe põe em situação difícil é pedir para ser taxado de “trouxa, burro, se expor ao ridículo”, Porem isso lhe garante a cidadania eterna?

Portanto.  “FALE A VERDADE”.

 

* “Não ser um difamador” da reputação alheia, é aquele que tira a boa fama ou crédito de alguém e muitas das vezes publicamente.

Quantas pessoas tiveram suas vidas arruinadas por conta da língua.

“NÃO MACHUQUE AS PESSOAS”.

 

* “Afasta-se do Mau”, Jó era um homem sincero, reto e temente a Deus; e desviava-se do mal.

 

“AFASTA-SE DO MAL”. “Honra” os que “temem” a Deus.

Ele reconhece o ato ou talento de alguém.

Primeiro Deus (Sl. 29.2), os Pais (Êx. 20.12), os Idosos (I Tm. 5.1), as Autoridades Governamentais (I Pe. 2.11-17), os Presbíteros (I Tm. 5.17);

 

* “Mantêm sua palavra, mesmo quando tiver prejuízo”, ele não muda suas atitudes quando é prejudicado, pois confia em Deus que lhe dá graça em todas as situações.

A Bíblia nos admoesta dizendo que nosso falar deve ser sim, sim, não, não.

Advertindo-nos posteriormente que o que passa disso é de procedência maligna (Mt 5:37).

“OUVIR O ESPIRITO DE DEUS  QUE HABITA E VÓS”.

 

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